O Espiritismo, aplicado:
- Promove a fraternidade humana;
- Demonstra que as provas da vida atual são a conseqüência lógica e racional dos atos praticados nas existências anteriores;
- Faz de cada homem o artífice voluntário da sua própria felicidade;
- Eleva sensivelmente o nível moral.
Essa nova ordem de idéias que o Espiritismo nos apresenta no campo sociológico modifica a visão educacional do homem, já que, como doutrina de educação, o Espiritismo considera o homem como ser criado por Deus, com a finalidade de se aperfeiçoar e contribuir na obra da criação. O homem é espírito-perispírito-corpo, sendo imortal, estando sucessivamente em dois estágios distintos:- Desencarnado, no mundo espiritual;
- Encarnado, no mundo físico.
O perispírito é o elo de ligação entre os dois estágios, interagindo com a mente e o processo orgânico do corpo.Ao estar encarnado não é esta a primeira existência do homem, pois que já as teve anteriores, trazendo delas tendências e idéias inatas.Cabe à educação:- fortalecer e ampliar as boas tendências do Espírito;
- corrigir suas más tendências;
- direcionar seu caráter para o bem;
- promover o esforço para conquistar virtudes;
- ampliar os horizontes intelectuais.
O educador espírita deve manter o diálogo aberto; estimular o educando a fazer uso de suas potencialidades; deve dar-lhe instrumentos que possibilitem a sensibilidade do sentimento e fornecer-lhe a aplicação prática dos princípios de vida oferecidos pelo Espiritismo.Na medida do possível, objetivando a educação integral do ser, deve procurar unir a família ao processo educacional da escola, tendo sempre em mente que vida é educação e, portanto, a coletividade, a família, a escola, o trabalho, a sexualidade, enfim, tudo o que faz parte da existência terrena educa, na medida em que promovemos a integração do homem consigo mesmo, tornando-o consciente de si, de sua perfectibilidade, e também sua integração com o próximo e com Deus, nosso Pai.O homem educado no bem e para o bem, numa palavra, moralizado, terá consciência de como deve proceder, segundo o conselho do apóstolo Paulo de Tarso: "Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém."
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